sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Compromisso com o HUB

Sabemos as dificuldades que médicos, enfermeiros, estudantes, servidores e a sociedade enfrentam diariamente para minimizar os dramas diários. Chega de olharmos o HUB como algo que não é a UnB. Uma pergunta, dentre tantas que sempre nos fizemos, é: porque o HUB está como está se temos os melhores médicos, os melhores estudantes e servidores tão dedicados?

Devido à insistente negligência dos poderes constituídos, não só o HUB como outros hospitais escola possuem imensas dificuldades em gestão, carência de pessoal e ausência de financiamento institucionalizado e compatível com suas atividades de ensino, pesquisa, extensão e assistência à saúde. Esse problema só poderá ser resolvido de forma definitiva por meio de ações conjuntas entre as universidades, os governos locais e federal e o Poder Legislativo, visando o pleno funcionamento dessas unidades de saúde, garantindo a formação de recursos humanos qualificados e voltados às necessidades complexas da população.

Do ponto de vista interno, o problema do HUB não se resume a recursos, mas à gestão. Precisamos de um choque de gestão no hospital. Não se trata de modificar regimes de trabalho ou tão-somente racionalizar gastos e despesas, mas de repensar a relação entre os setores administrativo e hospitalar. Confira nossas propostas para o Hospital Universitário de Brasília:

1) Institucionalizar o HUB na FUB;

2) Lutar pela criação, na esfera legislativa, de uma lei específica e permanente sobre a destinação de recursos financeiros; lutar pela criação, em nível federal, de dispositivos que garantam o funcionamento pleno do HUB;

3) Fortalecer a autonomia administrativa do HUB, possibilitando captação e gestão de recursos;

4) Instituir infra-estrutura de pesquisa nas dependências do HUB;

5) Melhorar a infra-estrutura de ensino nas dependências do HUB;

6) Realizar um Fórum para discutir e sugerir ações concretas sobre condições de trabalho de servidores e médicos, carga horária dos docentes que atuam no HUB, condições de aulas para os estudantes;

7) Implementar projeto de maternidade modelo, unindo HUB, Faculdade de Medicina e Faculdade de Ciências da Saúde;

8) Criar programa de capacitação e valorização do corpo funcional (servidores e docentes), com destinação de vagas em cursos de formação Lato e Stricto sensu, por meio de parceria entre a UnB e o HUB;

9) Implementar o Plano de Gerenciamento de Resíduos Hospitalares;

10) Implementar projeto visando à melhoria da qualidade de vida dos servidores; instituir programas destinados à socialização de servidores;

11) Criar o programa “vale medicamento”, com remédios a preço de custo;

12) Discutir com a comunidade universitária mecanismos de melhoria do acesso ao atendimento em saúde;

13) Melhorar e ampliar a infra-estrutura do HUB;

14) Estabelecer parcerias com o GDF para ampliação de oportunidades de acesso a estágios estudantis na rede de saúde do DF;

15) Inserir o HUB e sua comunidade (servidores, discentes e docentes) em programas de Extensão universitária voltada à saúde da população do DF;

16) Democratizar, por meio de eleições diretas e paritárias, a escolha de Diretor e Vice-Diretor do HUB;

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Compromisso com a Extensão

A extensão universitária atua como o mecanismo potente e articulado de participação ativa na construção da coesão social, no aprofundamento da democracia, na defesa da diversidade cultural, na inserção social e na conservação do meio ambiente. Pela metodologia da pesquisa-ação, propõe a execução participativa de projetos de pesquisa, envolvendo as comunidades e organizações sociais populares em problemas cuja solução pode se beneficiar do conhecimento produzido.

Desse modo, articula os interesses sociais aos interesses científicos e a produção do conhecimento científico ocorre estreitamente ligada à satisfação de necessidades dos grupos sociais que, não fosse por essa via, estariam impedidos de ter o acesso a esse conhecimento gerado. Conheça as principais propostas da Chapa 73, Compromisso com a UnB, para a Extensão Universitária:

1) Promover a integração de saberes, com a valorização tanto do conhecimento cientifico como de outros conhecimentos práticos, considerados úteis, capazes de serem articulados em comunidades epistêmicas, em uma nova convivência e diálogo ativo de saberes;

2) Ampliar e consolidar a Extensão Universitária na UnB, especialmente nos novos campi, por meio das seguintes ações:
- diagnóstico e políticas de inclusão de um número maior de docentes e técnicos administrativos em projetos de extensão
- Inserção de docentes e técnicos administrativos dos novos campi em projetos de extensão já existentes e fomento à implantação de novos projetos;

3) Consolidar a avaliação da produtividade da extensão;

4) Reconhecer formalmente a atuação em extensão nos processos de progressão funcional de docentes e técnicos-adiministrativos;

5) Consolidar o diretório dos grupos de extensão na UnB;

6) Priorizar o fomento a jovens extensionistas (bolsas do PIBEX, apoio à participação em eventos
científicos, etc.);

7) Fortalecer os editais do Decanato de Extensão (DEX) de fomento à extensão, com ênfase ao apoio a jovens extensionistas;

8) Ampliar a infra-estrutura para extensão;

9) Criar e implantar, no DEX, um Núcleo de Articulação de Demandas Regionais pela extensão universitária;

10) Fomentar a cooperação com outras instituições de ensino superior nacionais e internacionais para ações conjuntas de extensão;

11) Desenvolver políticas que privilegiem públicos em desvantagem social e cultural e promover a linguagem e diversidade da cultura brasileira;

13) Apoiar a transferência de tecnologia a diferentes setores da sociedade;

14) Apoiar cursos, eventos, programas e projetos de popularização e de divulgação das atividades científicas, tecnológicas e culturais da UnB à comunidade;

15) Criar uma coordenação permanente e independente para planejar e realizar a Semana de Ciência e Tecnologia e a Semana de Extensão;

16) Aperfeiçoar o Sistema de Informação em Extensão Universitária (SIEX) para o credenciamento de atividades de extensão, a expedição de diplomas e certificados, garantindo maior celeridade ao processo;

17) Aplicar, nos cursos de graduação, o mínimo de 10% dos créditos em extensão na forma de disciplinas e residência em extensão, por meio das seguintes ações:
- incentivar e apoiar cursos de graduação a adotarem mecanismos de flexibilização curricular;
- implantar a residência em extensão, como alternativa não excludente ao estágio;
- fortalecer e ampliar os núcleos de extensão;

18) Promover o fomento e a captação de recursos para a extensão por meio das seguintes ações:
- aumento da alocação de recursos advindos das fundações para atividades/programas de extensão;
- criar alíquota específica para a extensão dentro do FAI;

19) Apoiar e divulgar a produção da extensão; dar maior visibilidade às atividades de extensão no portal da UnB; produzir boletins eletrônicos para divulgação das ações de extensão da UnB; produzir catálogo dos programas e projetos da extensão.

20) Apoiar e divulgar a prodção de extensão através de maior visibilidade às atividades no portal da UnB, Produção de boletins eletrônicos e catálogo dos programas e projetos

Prioridades da gestão

1 – O primeiro ponto estratégico é consolidar o crescimento e a expansão da universidade, seu papel social na região e no Brasil, ampliar as entradas para os diferentes cursos e que esse processo aconteça com muito cuidado para preservar a qualidade do ensino e, inclusive, aumentá-la.

2 - É fundamental ampliar a participação dos estudantes na vida acadêmica. Não queremos um aluno que venha e saia, mas que participe efetivamente da vida acadêmica, especialmente em atividades de pesquisa, extensão e culturais. Ampliar e fortalecer programas de bolsa: pibic, pibex e permanência. Manter o aluno junto dos professores que fazem pesquisa e extensão. Trazer grandes fóruns de debates para discutir temas da atualidade, como um fórum sobre aquecimento global com expoentes em cada setor. Ampliar a mobilidade estudantil: é fundamental o aluno se mexer, não só dentro da universidade, podendo transitar entre graduação e pós (que não existem um sem o outro), mas também entre outras instituições; permitir que aluno que chega ao fim do curso conviva com a pós; fomentar encontros entre alunos da graduação e da pós, ter mais gente participando do processo educacional beneficia o ciclo do aprendizado e o contato entre pesquisador, mestrando, doutorando e graduando acrescenta na qualidade do profissional que conseguimos formar em todos os níveis.

3 - Investir na consolidação e ampliação do sistema de pesquisa e pós-graduação. Queremos consolidar, em termos qualitativos, nosso sistema de pós e temos a idéia de envolver cada vez mais docentes doutores em atividades dessa área. Hoje, talvez pouco mais da metade esteja envolvida com essa atividade. Temos propostas e mecanismos para incentivar o doutor a se envolver na pós: destinar recursos para fomento e iniciar pesquisa de recém-doutores, recém-contratados ou quem estiver afastado dessas atividades. Vamos criar uma unidade de apoio ao pesquisador, ligada à Reitoria, para facilitar a vida quando precisar escrever projeto, captar recursos (que é fundamental para o apoio a todas as áreas) e também publicar os resultados.

4 - Valorização e respeito aos servidores da universidade, que são fundamentais para o bom andamento da gestão. Criaremos programas amplos de treinamento de servidores em vários níveis, desde o técnico até a pós-graduação; criaremos espaços de convivência, que nenhum dos segmentos tem aqui na UnB, um local para debater, ter recreação, fazer exercício, tomar um café... Esse é um ponto importante, que a comunidade toda tenha locais para conviver, conversar e ter tempo para lazer. Valorizar o servidor passa por efetivar sua contribuição na administração superior. A paridade não para na eleição. A contribuição de todos é importante no sentido de dividir as responsabilidades de gestão, e isso também é um reconhecimento e uma valorização ao servidor. Todos têm direito de manifestar suas idéias e contribuir com a gestão.

5 – Reestruturação administrativa da universidade. Estamos muito atrasados nisso. Temos processos lentos, pouco ágeis e pouco transparentes. Toda essa questão de transparência dos processos e decisões administrativas será cuidada com muito carinho e isso requer uma mudança na forma de gerir. Desde a aprovação de auxílios a congressos e novos cursos de graduação e pós até a reestruturação de currículos. Tudo que, hoje, corre de forma lenta e incerta. A reestruturação trará mudança no trâmite dos processos. Acreditamos em gestão eletrônica de documentos, com acesso amplo via intranet, sobre o que a administração está fazendo. Não é plano para um ano, porque é efetivamente estrutural. Depende de investimentos e será feito ao longo da gestão. Daremos maior visibilidade às decisões e valorizaremos a participação dos conselhos superiores e colegiados.

6 - Recuperar a infra-estrutura física da UnB, com pontos prementes, como o ICC. Há situações ali que são absolutamente inabitáveis. Vamos recuperar salas de aula e banheiros de forma mais agressiva do que vem sendo feito ao longo do tempo. Temos idéias de implantar uma ciclovia no campus, unindo CO, campus, quadras próximas... é um investimento relativamente baixo que pode trazer bons resultados. Vamos erguer a Casa do Servidor, obra de infra-estrutura para valorizar esse público. Faremos uma reavaliação das necessidades de moradia estudantil para melhorá-la e ampliá-la. Recuperaremos a biblioteca e seu acervo. A BCE se abriu para a comunidade, é usada por muita gente externa à UnB e, pelo caráter de atender também à sociedade, precisa de um reforço.

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Chapa 73 conversa com estudantes em debate

Os candidatos da Chapa 73, Compromisso com a UnB, a reitor e vice-reitora da UnB, Márcio Pimentel e Sônia Báo, dialogaram diretamente com os estudantes no debate promovido pelos Centros Acadêmicos de Direito, Relações Internacionais e Ciência Política. O encontro aconteceu no auditório Joaquim Nabuco, na noite de terça-feira, 2 de setembro.

Enquanto seus oponentes trocaram farpas e acusações, Márcio Pimentel e Sônia Báo usaram seu tempo para discutir o futuro da universidade e apresentar suas propostas para a gestão da UnB. "É lamentável que alguns colegas venham à frente dos estudantes da nossa universidade para se acusarem mutuamente, baixando o nível do debate. O meu compromisso com a UnB é voltarmos à normalidade, para que tenhamos tranqüilidade para estudar e trabalhar", reforçou Pimentel.

Confira os principais pontos abordados por Márcio Pimentel e Sônia Báo no debate entre os candidatos:

- Atuação do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios em relação às fundações: "Algumas fundações desviaram-se de suas funções originais e estatutárias. Elas foram criadas para apoiar a atividade científica, traduzindo a captação de recursos em melhorias para a universidade, sua infra-estrutura. A atuação do Ministério Público foi essencial para corrigir esses desvios. Precisamos de mais controle. Somos nós que credenciamos as fundações e temos o direito e o dever de dizer o que queremos ou não que elas façam"

- Cotas e ações afirmativas: "É inegável a mudança na constituição do alunado da UnB com a adoção das cotas raciais. Temos que lembrar que não há cotas para indígenas. É preciso abrir mais espaço para indígenas, por exemplo, que atualmente ocupam vagas de evasão por meio de convênio com a FUNAI. Precisamos observar, no entanto, que devemos nos preocupar com a permanência desses estudantes na universidade. Uma de nossas propostas é rediscutir o sistema de cotas e ampliar para permitir também o corte social, e não apenas o racial"

- Ponto positivo da gestão anterior da UnB: "É preciso ter humildade e sabedoria para reconhecermos e identificarmos as coisas boas que foram feitas. Entre elas, é inegável o valor da expansão da UnB para outras cidades do DF e a ampliação de vagas. Outro avanço importante foi o crescimento da pós-graduação nos últimos anos, tanto em volume quanto em qualidade"
- Vinculação partidária de reitores: "A filiação a partidos deve ser incentivada como ato de cidadania. Não há problema nenhum de o reitor ser filiado a partidos. O que não pode acontecer é a interferência desses partidos na vida acadêmica e administrativa da universidade, que não deve ter amarras. Defendemos uma universidade livre, sem influências de partidos ou grupos de interesse"

- Empreendedorismo: "A UnB está muito atrás de outras universidades brasileiras no desenvolvimento tecnológico. O Centro de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico (CDT) tem feito um trabalho muito grande, mas estamos atrasados na gestão política para trazer um parque tecnológico para a universidade e melhorar a relação com o setor empresarial. Essa relação só traz benefícios, especialmente para os alunos, que terão local para vivenciar o lado prático da profissão, o desenvolvimento técnico e ainda terão lugar para trabalhar quando formados. Patentes são riqueza e conhecimento que voltam para os estudantes e para a universidade"

- Critérios para escolher decanos: "Nosso compromisso é com a UnB. Para a discussão de cargos na administração, orientaremos a escolha por mérito, conhecimento técnico, capacidade e compromisso com a universidade, além de avaliar a trajetória das pessoas na instituição. Para ter uma boa gestão, é fundamental a participação de pessoas que tenham bom diálogo com os segmentos da comunidade acadêmica. É fundamental que essa equipe possa conferir transparência aos atos e à gestão como um todo"

- Garantia de indissociabilidade do tripé ensino, pesquisa e extensão e da qualidade da UnB: "Dizem por aí que o Reuni é neoliberal. Não é. É um projeto que prevê e promove a recuperação da universidade pública e defende a ampliação das vagas de acesso. As federais sofreram uma retração na oferta de vagas e o Reuni enfrenta esse gargalo, prevendo recursos inclusive para a contratação de professores, servidores e construção de prédios. O projeto tem, como vantagem principal, oferecer as condições mínimas para garantir a qualidade da expansão, que é fundamental"

Agenda de quinta-feira, 4 de setembro

Os candidatos da Chapa 73, Compromisso com a UnB, Márcio Pimentel e Sônia Báo, estarão nos seguintes locais:
- 8h: HUB
- 10h: SRH
- 14h30: Instituto de Letras
- 16h: Instituto de Ciência Política e Instituto de Relações Internacionais

Compromisso com a Pesquisa e a Pós-graduação

A UnB precisa recuperar a posição de liderança na pesquisa científica e na produção do conhecimento. Temos pessoal, tradição e capacidade instalada para isso. O crescimento da pesquisa e da pós-graduação na UnB exige a participação de todos os docentes, estudantes e servidores interessados, sem que haja prejuízo a suas demais atividades. Para tanto, o apoio concreto aos novos professores, recém-doutores e estudantes de graduação e pós-graduação é essencial, bem como a atração de pós-doutores para que se integrem aos grupos de pesquisa e laboratórios.

O fortalecimento da pesquisa e da pós-graduação é um dos mais eficientes instrumentos para a melhoria do ensino de graduação, que forme profissionais aptos a enfrentar os desafios do mercado de trabalho e da sociedade do conhecimento. Entendemos a pesquisa como algo cotidiano, ao alcance de todos os membros da comunidade universitária, não uma atividade estanque de laboratório. Somente universalizando a pesquisa conseguiremos construir a UnB que queremos, a universidade necessária.

A UnB não pode economizar esforços para atrair mais investimentos para a pesquisa. É a melhor maneira de reforçar a indissociabilidade entre pesquisa, ensino e extensão. Assim, a UnB deve pensar em mecanismos de inclusão de docentes em atividades de pesquisa e de ensino de pós-graduação, com ênfase especial nos seguintes grupos:
- docentes recém-contratados
- docentes recém-titulados
- docentes que estiveram por um tempo longo dedicado a atividades administrativas e de representação dentro e fora da UnB.

Para alcançar essas metas, o programa da Chapa 73, Compromisso com a UnB, está alicerçado nos seguintes pilares:

1) Melhorar a avaliação dos cursos existentes, com visitas a programas de pós-graduação; apoiar a reestruturação de programas, buscando melhorar suas avaliações, o aprimoramento de docentes (pós-doutorados etc), a vinda de consultores externos para aconselhamento a programas em dificuldades e maior inserção internacional de programas notas 5, 6 e 7 na avaliação da CAPES; assessorar ou treinar coordenadores/secretários de programas de pós-graduação sobre rotinas administrativas (DataCapes, PDI etc.); atrair grandes nomes nacionais e internacionais nas ciências básicas, humanas, artes, sociais e tecnologia para palestras, seminários e outros eventos na UnB;

2) Criar a Unidade de Apoio ao Pesquisador, no DPP, para apoiar a elaboração de projetos, a prestação de contas, as revisões de textos em língua estrangeira, as publicações científicas, as ferramentas de análise etc; identificar e divulgar internamente fontes de captação de recursos, assim como assessorar na elaboração de projetos;

3) Ampliar a Pós-graduação, com inserção dos docentes dos novos campi em programas de pós-graduação já existentes, além do fomento à implantação de novos programas; aumentar a interação entre as atividades de pesquisa e extensão, com envolvimento de órgãos governamentais (ministérios, secretarias etc), federais e do Distrito Federal e com grupos de diferentes universidades; coordenar ações dos programas que tiveram a iniciativa de enviar propostas dentro do PEPG.

4) Promover a inclusão de docentes dentro dos programas de pós-graduação, com maior prioridade de fomento a jovens pesquisadores (bolsas de Iniciação Científica, apoio à participação em eventos científicos etc); fortalecer os editais do DPP de fomento à pesquisa, com ênfase ao apoio a jovens pesquisadores; estabelecer o Fórum de Discussões sobre Pesquisa e Pós-Graduação na UnB, em 2009, para discussão e planejamento institucional destas atividades; diagnosticar e criar uma política de inclusão de um número maior de docentes em programas de pós-graduação; incentivar e valorizar a formação continuada de docentes da instituição, em todos os seus níveis;

5) Incentivar o intercâmbio e a mobilidade acadêmica, com a atuação dos programas de pós-graduação como agentes propulsores de intercâmbio com instituições e organizações nacionais e internacionais; incentivar a participação de alunos em programas de doutorado-sanduíche, co-tutela etc.; incentivar o intercâmbio entre docentes, pesquisadores e alunos com universidades e centros de pesquisa de excelência no país e no exterior; desenvolver mecanismos para a mobilidade horizontal e vertical intra-institucional de alunos; realizar ações junto aos órgãos de fomento, para aumentar os recursos de programas que incentivem o intercâmbio e a mobilidade acadêmica;

6) Fortalecer a infra-estrutura para pesquisa no HUB e do estágio docente nos programas de pós-graduação; criar e consolidar um programa institucional de fomento, para aumentar os recursos destinados à pesquisa; aumentar a alocação de recursos advindos das fundações para atividades/programas de pós-graduação; criar alíquota específica para esse fim dentro do FAI, referente a cada projeto ou prestação de serviço das fundações; estreitar as relações e fortalecer a FAP-DF; desenvolver esforços institucionais para maximizar a obtenção de recursos do CT-INFRA, possibilitando investimentos no fortalecimento da infra-estrutura para pesquisa;

7) Apoiar o empreendedorismo técnico/científico, promovendo maior interação entre a pós-graduação e as empresas incubadas de base tecnológica; ampliar a captação de projetos e a obtenção de patentes; envolver o CDT e as fundações nessa ação; retomar o projeto de implantação do Parque Tecnológico na UnB como política institucional;

8) Estimular e orientar a publicação, a comunicação e a outras formas de divulgação de trabalhos técnicos e científicos das atividades de pesquisa no portal da UnB; promover maior interação com meios de comunicação; produzir vídeos, via UnB TV, para distribuição em escolas do DF, embaixadas, órgãos governamentais..., descrevendo atividades de pesquisa relevantes na UnB nas diversas áreas; produzir um boletim eletrônico para divulgar pesquisas realizadas na UnB; produzir uma revista de divulgação científica e tecnológica da UnB, a exemplo da revista Humanidades; buscar patrocínio da FAP-DF e de outros órgãos de fomento; produzir de folders em Português, Espanhol e Inglês, com sumários das pesquisas, programas de pós-graduação etc, da UnB.

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Agenda de quarta-feira, 3 de setembro

Os candidatos da Chapa 73, Compromisso com a UnB, Márcio Pimentel e Sônia Báo, estarão nos seguintes locais:

- 8h30: CPD
- 10h: UnB Ceilândia
- 14h: Faculdade de Medicina
- 16h: Instituto de Ciências Sociais

Por que escolhi a chapa 73, Compromisso com a UnB

Certamente poderia escolher um candidato ou outro de duas ou mais chapas inscritas, mas em nenhuma delas encontraremos dois nomes como os que temos na chapa 73, Compromisso com a UnB. Sem dúvida, Márcio Pimentel e Sônia Báo têm visão bastante profunda da INSTITUIÇÃO e compreendem bastante bem as possibilidades abertas à UnB e os processos institucionais das muitas agências de fomento (CAPES, FINEP, CNPq, Petrobras, entre outras) que nos permitirão aprofundar e ampliar a participação relativa da UnB na produção de novas pesquisas, na divulgação de novos conhecimentos e na formação de recursos humanos no ambiente acadêmico brasileiro.

Sem dúvida, uma característica marcante do Prof. Márcio Pimentel é sua destacada trajetória acadêmica, com altíssima produção científica, membro da Academia Brasileira de Ciência, Bolsista de Produtividade do CNPq, entre outros prêmios. Ressalte-se, ainda, sua atuante e competente administração no Decanato de Pesquisa e Pós-graduação da UnB, atividade que diversificou sua visão macro da pesquisa e da formação de recursos humanos na UnB, no DF e no Brasil.

Do mesmo modo, a Prof.ª Sônia Báo exibe brilhante trajetória acadêmica, sendo desde há muito Bolsista de Produtividade do CNPq, tendo sido inclusive premiada como docente mais produtiva da área Vida pela ADUnB. A Prof.ª Sônia Báo também teve marcante passagem no DPP, como Diretora de Pesquisa e Pós-Graduação, época em que a UnB viu bastante aumentada a parcela de recursos recebidos da FINEP, além de outros méritos como gestora.

Deve-se acrescentar a esses méritos o fato de Sônia Báo participar da administração do Instituto de Ciências Biológicas há aproximadamente 06 anos, como Vice-Diretora e como Diretora, fato que demonstra sua competência administrativa e liderança pessoal. Nesse período, posso testemunhar que todos os projetos apresentados na área de ensino e extensão com mérito acadêmico foram implementados. Com plena participação de professores, servidores e alunos, foram criadas condições e incentivos para a melhoria do ensino, com financiamento de projetos importantes de extensão como, por exemplo, o de Biologia na Rua e nas Escolas.

Os trabalhos das administrações anteriores foram mantidos e a Biologia, hoje, é um curso cinco estrelas, com cinco notas máximas consecutivas. Foram, ainda, planejados e implantados cursos de formação de longa duração para todos os funcionários do IB, baseados em pesquisas de interesse dos funcionários e nas expectativas de professores e alunos. Esse projeto foi particularmente bem recebido, primeiro por não ser muito comum esse tipo de iniciativa e, segundo porque serviu de exemplo para outros centros de custo perceberem que valorizar os servidores não era apenas possível, era fundamental ao seu amor-próprio e ao bom funcionamento da instituição.

Como os exemplos acima demonstram, o Prof. Márcio Pimentel e a Prof.ª Sônia Báo reúnem as condições essenciais para organizarem uma administração compromissada com a UnB, competente, democrata, honesta e transparente, o que certamente assegurará um destacado desenvolvimento do ensino, da pesquisa e da extensão na nossa instituição. Precisamos retornar ao convívio das universidades mais importantes do país e estou certa que com esta chapa conseguiremos alcançar este objetivo.

Entretanto, esses fundamentos (pesquisa, ensino e extensão) não devem provir da ação individual ou mesmo de pequenos grupos de docentes, alunos e funcionários. Deve ser o resultado de políticas institucionais. O programa dessa chapa irá criar condições e, estou certa, apoiar incondicionalmente aqueles docentes que se dedicam ao ensino, à pesquisa de ensino, aos que se dedicam ao ensino e à extensão e que levam o conhecimento produzido na Universidade para toda a nossa sociedade. Obviamente, continuarão aprimorando o processo de inclusão e de participação de um número crescente de professores na pesquisa acadêmica e nos cursos de pós-graduação.

Todos nós acreditamos que as condições de vida, de trabalho e de ensino devem ser melhorados em todos os campi da UnB e isto exige uma maior interação entre eles. A melhoria da infra-estrutura e das condições de trabalho para os estudantes, funcionários e docentes é mais um compromisso dessa chapa.

Devo mencionar, ainda, que muitos dos programas instituídos na Fundação de Apoio à Pesquisa (FAP-DF) em 2007 e 2008 foram discutidos e aperfeiçoados pela comunidade acadêmica e tecnológica do DF. O Prof. Márcio Pimentel, como decano de PPG, sempre esteve presente em nossas discussões. Entre esses programas, pode-se destacar a Consolidação do Programa de Demanda Espontânea, que apóia projetos de pesquisa científica e tecnológica em todas as áreas do conhecimento, e o de Colaboração Interinstitucional, que amplia a participação de projetos conjuntos de pesquisadores pertencentes a instituições consolidadas e em consolidação, o que é extremamente importante para o desenvolvimento técnico-científico do Distrito Federal e do Centro-Oeste.

Por tudo o que acabei de lembrar, por tudo o que pude compartilhar, não tenho receio de conclamar a todos, estudantes, funcionários e docentes, para comparecerem nos dias das eleições e votarem na chapa 73, Compromisso com a UnB, para que possamos nos reafirmar como uma universidade acadêmica, com excelência de ensino, de extensão e de pesquisa.

Profa. Ivone Rezende Diniz
Professora do Departamento de Zoologia da UnB
Ex-Coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Biologia Animal
Ex-Diretora do Instituto de Ciências Biológicas
Atualmente Diretora Vice-Presidente da FAP-DF

Proposta para temas ecológicos na UnB

O compromisso com a UnB também está em discutir a questão ecológica com responsabilidade social e sustentável. Primeiramente, é preciso perceber que a questão não se restringe à produção de resíduos sólidos. Na verdade, a UnB precisa aprimorar e por em prática sua política institucional de sustentabilidade ambiental de uma forma mais ampla. Em 1993, a UnB começou a discutir a questão do lixo no programa O lixo como ponto de partida, que foi posteriormente incorporado ao UnB Verde.

Entre 1998 e 2000, foi instalada a Agenda 21 da UnB que tratou da questão da sustentabilidade de forma mais ampla e, naquela ocasião, um detalhado relatório sobre a produção de resíduos sólidos foi produzido. Hoje, temos o conhecimento necessário sobre o tipo e local de produção de resíduos para por em prática uma política eficiente de coleta e reciclagem.

Para isso, além de aproveitar o conhecimento e as competências produzidos na própria UnB, alguns pontos específicos devem ser abordados:

- aquisição de veículos para a Prefeitura do Campus (PRC), que sejam dedicados à atividade de coleta de resíduos (a frota da PRC está mal equipada)

- estabelecer convênio com o SLU para estabelecer a coleta seletiva no campus

- instalar mais lixeiras

- construir abrigos adicionais para armazenagem de resíduos químicos e radioativos (os que existem, localizados nas proximidades do Hospital Veterinário, estão praticamente saturados)

- criar uma unidade de tratamento, recuperação e destinação final de resíduos químicos

- garantir que novos laboratórios químicos e geoquímicos, ao serem construídos, já contem com unidades pequenas de tratamento e destinação final de resíduos ácidos

- festas e eventos no campus devem ser registrados sempre no Decanato de Assuntos Comunitários (DAC) para que a Prefeitura possa destacar pessoal para a limpeza no dia seguinte (o ideal é que os participantes de festas tivessem a consciência ambiental e deixassem os locais da mesma forma que os encontraram)

- retomar o programa de Educação Ambiental de forma mais efetiva e intensa

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Márcio Pimentel vai bem no primeiro debate


O candidato da chapa 73, Compromisso com a UnB, à Reitoria da Universidade de Brasília (UnB), saiu-se bem no primeiro debate reunindo todos os candidatos. O encontro foi promovido pela Associação dos Docentes da UnB (Adunb) na noite de quinta-feira, 28 de agosto.

Pimentel preocupou-se em manter o bom nível do debate, concentrando o foco nas propostas da chapa 73 para a administração da universidade, diferentemente de um dos concorrentes, que usou de seu tempo para atacar ao invés de debater.

Ao ser atacado, Márcio Pimentel comportou-se de forma elegante, porém firme: "Tenho orgulho dos dois anos como Decano de Pesquisa e Pós-graduação da UnB. Criei programas transparentes na distribuição de recursos, sempre por meio de editais, buscando favorecer a atuação dos jovens pesquisadores, a aquisição de equipamentos científicos e a participação em eventos científicos nacionais e internacionais. Não aceito essa desqualificação por maus uso de recursos públicos".

Os principais temas tratados na discussão entre os candidatos foram gestão transparente, compartilhada e participativa; interação com a sociedade; interferência partidária na Reitoria; expansão; fundações de apoio; ética; conselhos e colegiados.

Compromisso com o Ensino de Graduação

Os candidatos a reitor e vice-reitora da UnB, Márcio Pimentel e Sônia Báo, entendem que é preciso responder às demandas de formação pedagógica, atendendo à dinâmica das transformações técnico-científicas e sócio-culturais. Conheça abaixo alguns pilares da proposta da chapa 73, Compromisso com a UnB, para o Ensino:

(1) Implantar o Núcleo de Apoio ao Professor, que será responsável por criar programas de formação continuada para oferecer oportunidades de formação e atualização a todos os docentes; incrementar atividades pedagógicas diversificadas, que conduzam ao aperfeiçoamento e atualização constantes dos professores; também oferecerá efetivo apoio operacional ao docente em sala de aula e assessoria na produção de material didático, bem como acesso a novas técnicas de ensino;

(2) Criar o Fórum de Graduação, reunião anual de avaliação de cursos, envolvendo professores, estudantes, coordenadores de cursos e diretores de unidades; criar mecanismos e instrumentos de acompanhamento e avaliação permanente das atividades didáticas e pedagógicas;

(3) Tornar o estudante o agente central no processo ensino-aprendizagem, buscando inovações nas práticas pedagógicas, com disciplinas virtuais, semi-presenciais, condensadas ou modulares; oferta de ambientes virtuais de aprendizagem; incentivar às atividades pedagógicas dirigidas, como ciclos de estudos, seminários, encontros etc;

(4) Garantir maior inserção social, apoiando as initiativas que visam a ampliação da oferta de vagas na Graduação e contínua inserção da UnB nas cidades satélites; buscar apoio no CEAD para produzir material de aprendizado essencial para o desenvolvimento de técnicas modernas de ensino, fundamentais para aulas presenciais e indispensáveis para o ensino a distância; ampliar a expansão e a inclusão no ensino superior;

(5) Incentivar a integração da pesquisa e da extensão ao ensino, transformando atividades extensionistas, PIBIC, PET em créditos; reestruturar o estágio de docência no âmbito da pós-graduação, buscando maior interação de pós-graduandos com a graduação;

(6) Oferecer melhor preparo para a inserção do profissional na sociedade; fortalecer o programa de empresas Júnior, promovendo assim a integração Universidade-Empresa; trabalhar ações alternativas de aprendizado; proporcionar à sociedade o acesso às tecnologias e pesquisas mais modernas; criar o Núcleo de Estágios, para o estabelecimento de convênios com o setor empresarial, entidades públicas e privadas (escolas, hospitais, Embrapa, Ministérios, etc); realizar uma feira anual de carreira, apresentando o estudante da UnB aos diferentes setores da sociedade.

(7) Promover a Feira Anual de Carreira, trazendo para a Universidade empresas e instituições visando estreitar o relacionamento delas com a UnB e seus estudantes;

(8) Diminuir a evasão, com a implantação de programas/métodos de manutenção e mobilidade estudantil; fortalecer a interação com escolas do ensino médio e CEFET´s; divulgar informações sobre cursos e profissões; estimular professores da UnB a participar do Programa de Iniciação Científica Junior; desenvolver um sistema de orientação centrada no estudante; oferecer bolsa de permanência ligada à renda familiar; estimular a mobilidade estudantil internamente (horizontal - entre cursos - e vertical - graduação/pós-graduação) e entre universidades e centros de pesquisa nacionais e internacionais; desenvolver condições técnicas para elaboração e regulamentação de dupla habilitação, duplo curso, mudança de curso e habilitação;

(9) Fortalecer a utilização de novas tecnologias de aprendizagem, ampliando e oferecendo ambientes virtuais de aprendizagem (AVAs); montagem de salas de vídeo-conferência nas unidades acadêmicas e nos câmpus avançados; instalação de internet sem fio em todos os câmpus da UnB; ampliação do suporte técnico para a montagem de AVAs e para a utilização e manutenção das salas de vídeo-conferência; ampliação das bases virtuais da Biblioteca Central (BCE); reestruturar e profissionalizar o sistema servidor de internet da UnB;

(10) Apoiar o Ensino a Distância (EaD) por considerar que é a única forma de eliminar barreiras espaço-temporais, possibilitando acesso à formação ou ao aperfeiçoamento, principalmente em situações onde a modalidade presencial não seria possível e garantindo a função social da Universidade.

Agenda de terça-feira, 2 de setembro

Os candidatos da Chapa 73, Compromisso com a UnB, Márcio Pimentel e Sônia Báo, estarão nos seguintes locais:
- 8h: Patrimônio
- 9h: Restaurante Universitário
- 9h50: Faculdade de Direito
- 14h30: Instituto de Artes

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Márcio Pimentel recebe a Ordem Nacional do Mérito Científico

O candidato da chapa 73, Compromisso com a UnB, Márcio Pimentel, recebeu, da Presidência da República, a Ordem Nacional do Mérito Científico, na Classe Comendador. Ele é o único dos candidatos à Reitoria da UnB agraciado com essa distinção.

O decreto presidencial que concede a maior honraria da área científica brasileira foi publicado no dia 21 de agosto.

A insígnia e o diploma serão entregues em cerimônia envolvendo o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e o ministro de Ciência e Tecnologia, Sérgio Rezende, em data ainda a ser definida.

A Ordem Nacional do Mérito Científico foi instituída em 1993, por decreto do presidente da República, e destina-se a premiar personalidades nacionais e estrangeiras que se destacam na área científica e tecnológica.

O presidente da República é o Grão-Mestre da Ordem e o ministro da C&T, o Chanceler. A Ordem tem um Conselho composto pelos ministros da C&T, das Relações Exteriores, do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e da Educação. A Academia Brasileira de Ciências (ABC) é responsável pelas atividades administrativas, segundo convênio com o MCT.

As propostas de admissão ou promoção de personalidades podem ser apresentadas ao Chanceler pelos membros do Conselho, pela ABC ou por qualquer autoridade ligada à área da Ciência e Tecnologia.

Além de Márcio Pimentel, outros dois professores da Universidade de Brasília (UnB) receberam a Ordem Nacional do Mérito Científico: Ennio Palmeira (na Classe Comendador) e Reinhardt Adolfo Fuck (na Classe Grã-Cruz).

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Agenda de quinta-feira, 28 de agosto

Os candidatos da Chapa 73, Compromisso com a UnB, Márcio Pimentel e Sônia Báo, estarão nos seguintes locais:

- 8h - 9h: HUB
- 10h - 12h: Faculdade UnB Planaltina
- 16h - 17h30: Instituto de Ciências Humanas
- 19h: Debate da AdUnB

Proposta para a iluminação do campus

A primeira linha de trabalho é retomar a negociação com o Governo do Distrito Federal (GDF) e a Companhia Energética de Brasília (CEB) para garantir que o controle e a manutenção da iluminação externa aos prédios, seja assumida e feita pela CEB.

No nosso entender, a melhoria e manutenção da iluminação de ruas e espaços públicos em todos os campi da UnB é de competência da CEB. Com o estabelecimento dessa parceria, a universidade disporá de mais recursos, uma vez que não pagará mais essa conta, e poderá utilizá-los para melhorar a iluminação e segurança de seus prédios.

Além disso, vamos promover um levantamento das áreas que recebem maior circulação noturna e, a partir desses dados, definir prioridades para reforçar a iluminação pública e a segurança. As prioridades são as ligações entre:

1 - CO - Campus

2 - BCE - ICC Norte

3 - Reitoria - ICC Sul

4 - L3 e L2 Norte

É importante lembrar que à época em que foram construídas, as universidades federais brasileiras não possuíam cursos noturnos, por isso essas questões precisam ser tratadas com mais carinho, assim como o reforço na iluminação de faixas de pedestres e calçadas.

Sônia Báo fala sobre os pilares da proposta

Candidata a vice-reitora da Universidade de Brasília (UnB) pela chapa 73, Compromisso com a UnB, a professora do Instituto de Ciências Biológicas (IB) Sônia Báo apresentou os pilares centrais da proposta para a Reitoria da universidade no lançamento oficial da candidatura, na tarde de terça-feira, 26 de agosto. Confira os destaques:

- Valorização do ensino, da pesquisa e da extensão

- Envolver professores, apoiá-los e incentivá-los a buscar novas alternativas e metodologias para acompanhar os avanços sociais

- Promover avaliações sistêmicas para melhorar a qualidade da graduação, com a colaboração da comunidade acadêmica

- Aproximar o dia a dia da universidade e a formação que ela oferece à sociedade e ao mercado de trabalho

- Fortalecer a incubação de empresas e o surgimento de empresas juniores

- Combater a evasão com mecanismos para manter os estudantes na universidade, como oferecer ensino de qualidade, mobilidade estudantil, flexibilidade curricular, programas de tutoria, aproximação com docentes não só em sala de aula e trânsito na pós-graduação, com a participação em pesquisas

- Incentivar a vivência dentro da universidade

- Garantir o crescimento da pós-graduação

- Investir na expansão com atenção especial à manutenção da qualidade do ensino oferecido

- Criar o Núcleo de Apoio ao Pesquisador para ajudar, facilitar o trâmite de processos, contribuir na formatação de projetos, apoiar a publicação de artigos científicos, apoio à participação em eventos

- Buscar recursos na iniciativa privada e outros setores que buscam a solução de problemas para, com isso, investir na própria universidade

- Apoiar a criação do Museu de Ciência e Tecnologia

- Buscar novos parceiros para dar maior e melhor suporte às atividades de extensão

- Melhorar a infra-estrutura para atender melhor à sociedade

- Administração livre de influências de partidos políticos e outras entidades

- Fortalecer o compromisso social, formando cidadãos conscientes e engajados para a sociedade

- Repensar a gestão e fazer que seja transparente, ágil e amplamente discutida em Conselhos e Colegiados

- Valorizar a participação de servidores, professores e estudantes

Professora da FAV escolheu a chapa 73

Carolina Madeira Lucci sempre sonhou em ser professora da Universidade de Brasília (UnB). Atualmente integrante dos quadros da Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária (FAV), conta que era atraída pela excelência acadêmica, o renome, o ambiente agradável e o respeito da comunidade acadêmica.

Há três anos ela tem orgulho de ser UnB, veste a camisa e quer uma administração superior que não só tenha esse compromisso como apóie o fortalecimento da qualidade do ensino, da pesquisa e da extensão. Presente ao lançamento oficial da chapa 73, na tarde de terça-feira, 26 de agosto, Carolina Lucci explicou porque escolheu Márcio Pimentel e Sônia Báo para reitor e vice-reitora da UnB.

"Uma boa administração precisa conhecer bem a universidade e tanto Márcio Pimentel quanto Sônia Báo têm convívio administrativo na instituição. Eles têm a mente aberta para ouvir idéias diferentes e compromisso com a universidade", destaca Carolina Lucci.

Cosmo Balbino também escolheu a chapa 73

Um dos diretores do Sindicato dos trabalhadores da Fundação Universidade de Brasília (Sintfub), Cosmo Balbino, é um dos apoiadores da chapa 73, Compromisso com a UnB, na corrida pela Reitoria da instituição.


Ele revela que o sindicato não apoiará nenhum candidato, mas liberou seus integrantes para escolherem a chapa que melhor os represente. Presente ao lançamento oficial da chapa 73, na tarde de terça-feira, 26 de agosto, Balbino destacou sua aposta nos candidatos Márcio Pimentel e Sônia Báo.


"Fui sondado por muitos candidatos, mas aposto em Márcio Pimentel e Sônia Báo pela história que têm na UnB e pelo compromisso com a instituição, e não com partidos políticos", destaca Cosmo Balbino, que complementa: "Partidos políticos destróem pessoas e instituições para alcançar se for necessário para atingir seus objetivos. É isso que queremos para a UnB?"

Ana Maria Fernandes apóia chapa 73

A professora do Centro de Pesquisa e Pós-Graduação sobre as Américas (Ceppac) da Universidade de Brasília (UnB) Ana Maria Fernandes destaca que essa eleição para reitor será a mais difícil da história democrática da instituição.

Para ela, as crises recentes envolvendo o nome da universidade deixaram os ânimos de professores, servidores e estudantes acirrados. Além disso, destaca Ana Maria, existe uma grande pressão por uma vinculação político-partidária na administração superior da UnB.

"Nossa proximidade com o governo aumenta essa pressão, que vira uma ameaça concreta no cenário atual, onde há candidatos claramente vinculados a partidos políticos", destaca Ana Maria. Ela contou porque engajou-se na campanha de Márcio Pimentel e Sônia Báo no lançamento oficial da candidatura, na tarde de terça-feira, 26 de agosto.

Confira outras opiniões da professora:

- "Márcio Pimentel e Sônia Báo defendem o modelo de uma universidade sem vínculos corporativos, sem interesses de pequenos grupos ou partidos políticos. Defendem uma universidade que valoriza a qualidade e a autonomia".

- "Não queremos repetir a experiência de uma gestão partidarizada na UnB, nem política nem academicamente. Quando tivemos isso, foi muito ruim para a instituição".

- Não é a cartilha de partidos políticos que vai nortear essa universidade".

Lançamento enche auditório da FT

O auditório da Faculdade de Tecnologia (UnB) ficou pequeno para os apoiadores da chapa 73, Compromisso com a UnB, dos candidatos Márcio Pimentel e Sônia Báo, durante o lançamento oficial da campanha, realizado na tarde de terça-feira, 26 de agosto.

O público médio foi de 150 pessoas, alcançando pico de 180 presentes. Com o auditório cheio, o candidato a reitor, Márcio Pimentel, convocou seus apoiadores para engajarem-se na campanha, que terá seu primeiro debate oficial na quinta-feira, 28 de agosto.

Márcio Pimentel destacou que está na UnB há mais de 30 anos, desde sua graduação, e que sempre dedicou-se à instituição. "Quero ser o primeiro reitor formado pela própria UnB", reforça Pimentel.

Durante seu breve discurso, o candidato destacou que sua gestão será compartilhada com servidores, estudantes e professores, para aproveitar a excelência de conhecimento que a universidade tem. Além disso, Márcio Pimentel afirma que a UnB precisa retomar seu papel no atendimento à população, com a ampliação de vagas.

"Quando entrei aqui, éramos responsáveis por mais de 30% dos estudantes de ensino superior. Hoje, atendemos menos de 7% dos jovens que querem entrar na graduação", lamenta. Para resolver esse gargalo, Márcio Pimentel garante que brigará para ampliar vagas a novos estudantes.